Por sua própria definição, são redundantes.
Alguém aí adora se flagrar num momento absurdamente esperado e, portanto, ridículo? (se debulhando em lágrimas durante Marley & Eu, por exemplo, ou dizendo pra sua amiga que acaba de romper o namoro, que isso vai passar?!)
Jesus amado... Eu, pelo menos, me sinto a mais óbvia das canetas coloridas e me auto-irrito até com o som da minha voz vomitando aquele mantra purgante ou chorando com aquelas cenas programadas pra arrancar emoção.
MAS, mesmo assim, não temo e me sinto necessária ali dizendo aquele clichê que pode ser a salvação para aquela pessoa, sim senhor! Também me sinto livre podendo chorar e me permitindo dissipar emoções numa sessãozinha da tarde.
É uma pena para os clichês esse rótulo que lhes foi instituído quando, na verdade, o clichê nada mais é que uma coisa repetida TANTAS vezes, que se torna banal, chata e previsível.
Mas por que raios eles foram ditos e adotados e vividos e morridos por tantas vezes assim? Nos questionemos, pessoal! Alguma coisa eles causam de bom.
Creio que a vida seja o maior clichê do mundo. Isso é fato pra mim. Engana-se quem pensa que estou aqui resmungando o monótono da vida. É o oposto!
Venho compartilhar esse pensamento que me acompanha há anos, mas sempre aqui dentro: Clichês são maravilhosos! São as receitas que tanto pedimos a deus, ou seja lá quem for o responsável por essa geringonça universal.
Esqueçam a questão pejorativa da coisa. Pensem com exclamações (vamos ver se facilita):
Alguém aí adora se flagrar num momento absurdamente esperado e, portanto, ridículo? (se debulhando em lágrimas durante Marley & Eu, por exemplo, ou dizendo pra sua amiga que acaba de romper o namoro, que isso vai passar?!)
Jesus amado... Eu, pelo menos, me sinto a mais óbvia das canetas coloridas e me auto-irrito até com o som da minha voz vomitando aquele mantra purgante ou chorando com aquelas cenas programadas pra arrancar emoção.
MAS, mesmo assim, não temo e me sinto necessária ali dizendo aquele clichê que pode ser a salvação para aquela pessoa, sim senhor! Também me sinto livre podendo chorar e me permitindo dissipar emoções numa sessãozinha da tarde.
É uma pena para os clichês esse rótulo que lhes foi instituído quando, na verdade, o clichê nada mais é que uma coisa repetida TANTAS vezes, que se torna banal, chata e previsível.
Mas por que raios eles foram ditos e adotados e vividos e morridos por tantas vezes assim? Nos questionemos, pessoal! Alguma coisa eles causam de bom.
Creio que a vida seja o maior clichê do mundo. Isso é fato pra mim. Engana-se quem pensa que estou aqui resmungando o monótono da vida. É o oposto!
Venho compartilhar esse pensamento que me acompanha há anos, mas sempre aqui dentro: Clichês são maravilhosos! São as receitas que tanto pedimos a deus, ou seja lá quem for o responsável por essa geringonça universal.
Esqueçam a questão pejorativa da coisa. Pensem com exclamações (vamos ver se facilita):
A VIDA É UM CLICHÊ! Uhuul
Isso significa dizer que existe sim, algumas receitinhas básicas que os seres humanos foram criando enquanto iam e voltavam desse planeta estranho e cheio de sentimentos tão parecidos.
Um clichê, meus caros, pode ser um milagre humano – uma luz mundana e poderosa.
Não tô aqui falando de filmes ou produções do Didi Mocó, tá?! Muito menos dos romancites sem água e nem açúcar. E muito, mas muito menos sobre as crenças católicas (sem ofensa nenhuma) - são parte de um outro gênero de clichê, vai.
Estou aqui falando dos clichês existenciais. Aliás, vou aproveitar e pedir pra que, juntos, a gente não permita que essa lista que se segue, se banalize mais ainda – vamos torná-los mantras da transformação dignos de muita reflexão.

Acreditar em você. (básico e essencial!)
Não importa o que esteja passando, ter a certeza de que isso vai passar. (porque, de fato, VAI passar – e essa certeza muda tudo)
Ou aquelas coisas de: tropeçar e ter que encontrar forças pra levantar, sabe? (quer maior verdade que essa?)
Um dia você vai entender seus pais e ver que eles tinham razão em tantas coisas (e blá blá blá – aos 22 anos, já começo a acreditar neste)
Você reclama agora, mas vai sentir falta da faculdade (pois é, esse eu sei)
Falta deus no seu coração (nossa, esse é muito irritante de se ouvir – mas quando se ouve...)
A felicidade não está nos objetos e bens materiais, mas dentro de você (VAI, PROCURE!)
O orgulho só atrapalha e a maldade faz mais mal a quem a “destila”. (ahann)
Faça para os outros exatamente aquilo que gostaria que fizessem a você (se o mundo todo ouvisse esse. Já imaginou?)
E por aí vai...
Em defesa desses verbetes redundantinhos eu te peço: dá uma chance ao clichê, tá?
(Alguns) deles podem nos dizer muita coisa!